Em Porto Velho foram dois atos no centro da cidade. Uma carreata saindo da praça EFMM e uma passeata da praça das Três Caixas d’Água. Os atos são principalmente, por comida no prato, vacina no braço, pela educação e contra a privatização da Eletrobrás.
247 – O prefeito de Maceió João Henrique Holanda Caldas (PSB), anunciou na manhã desta sexta-feira (18), através das redes sociais da prefeitura, que acaba de demitir o secretário de Turismo Ricardo Santa Ritta, após ele questionar o fato da apologia ao nazismo ser crime no Brasil.
247 – Às vésperas de o Brasil registrar oficialmente 500 mil mortos pela Covid-19, o país recebeu um duro alerta da OMS (Organização Mundial da Saúde). Nesta sexta-feira (18), a entidade deixou claro que “a pandemia não terminou” e que as vacinas por si só não resolverão no quadro atual, e que medidas como o uso de máscaras e evitar aglomerações precisam ser implementadas com mais rigor.
Nasceu na pandemia o novo livro da professora Nair Ferreira Gurgel do Amaral, que mora em Porto Velho, Rondônia.
Segundo ela, “É um livro destinado ao público infantil e juvenil, valorizando a cultura Amazônica e sua fauna. Sem grandes pretenções, é um livro que fiz pensando nos professores e suas atividades com os alunos.”
De A a Z, os animais da Amazônia são apresentados em 20 versos que se iniciam com a mesma letra do alfabeto representada pelo animal, misturados com simplicidade, pertencimento e ludicidade.
A Editora é a Temática e as ilustrações são do Mikéliton Alves.
247 – Mais de 310 cidades brasileiras já confirmaram protestos contra o governo Jair Bolsonaro no próximo sábado, 19, em todas as regiões do País. São 319 atos no total.
247 – Um grupo de indígenas foi recebido com bombas na tarde desta quarta-feira (16), em frente à sede da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Brasília.
247 – Jornalista Leonardo Stoppa faz referência à possibilidade de o INPE desligar, por falta de verbas, um supercomputador chamado Tupã, usado na previsão do tempo. No Brasil, diz o colunista, “o gerador coloca o preço, o governo vai comprando, do mais barato para o mais caro”. “Tudo que parece uma grande besteira é uma oportunidade de nos arrancar mais dinheiro”, acrescenta.