
Por Tatiana Merlino, no blog do Sakamoto “Toda vez que o presidente da República chama o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra de “herói” e defende seus atos de violência na ditadura militar é como se os torturados, sequestrados, mortos e desaparecidos no período fossem novamente colocados no pau-de-arara, na cadeira do dragão, fossem xingados, humilhados, espancados. Mas não apenas eles. Toda vez que Jair Bolsonaro faz isso, ofende, ataca, desrespeita a todos nós, que somos familiares de mortos e desaparecidos, e lutamos há décadas por memória, verdade e justiça. Leia Mais








