
Com uma participação histórica de eleitores, muitos espanhóis votaram apavorados pelo VOX ou com medo de uma aliança de esquerda Leia Mais

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A extrema-direita avança no mundo e a resistência dá as mãos contra partidos xenófobos, nacionalistas e neofascistas.
“só horror e
ódio, ódio
e horror
as palavras perdem a clareza
os valores perdem o valor
a vida perde o valor”
Tá bem dito no desabafo que Arnaldo Antunes pede que não chamemos de poema.
De que lado você está? Leia Mais

No Blog do Jamil Chade – Pela primeira vez, uma brasileira é eleita ao Parlamento da Espanha. Trata-se de Maria Dantas que, há 25 anos, vive em Barcelona. Em entrevista ao UOL, ela contou que sua plataforma será a de defender o direito de imigrantes e refugiados, além de uma ampla agenda de direitos humanos, combate à extrema-direita e promoção da ecologia. Leia Mais

247 – O colapso econômico que assola o Brasil fez com que aplicativos de serviço como Uber e iFood sejam os maiores “empregadores” do País, se tornando a principal renda de quase 4 milhões de autônomos, quando deveria ser fonte complementar. “O trabalho com aplicativos foi potencializado pela crise e deve se consolidar como complemento de renda quando o mercado de trabalho melhorar”, disse o economista Sergio Firpo, do Insper, ao Estado de S. Paulo. Leia Mais

No Brasil, há 6,3 milhões de pessoas que trabalham em residência; apenas 1,5 milhões estão registradas Leia Mais

Vou resistir a retrucar opinião de mulher que votou em Bolsonaro sobre a entrevista do ex-presidente Lula.
É só ódio e burrice.
Aceitou ser chamada de “fraquejada”.
Aceitou que deveria ganhar menos, porque engravida.
Aceitou que estupro pode ser chamado de ‘privilégio’ e que nem todas ‘merecem’.
E pra que?
Pra acabar oferecida pelo presidente cafetão que escolheu, como produto de turismo sexual.
Resumindo, essa mulher aprova a avacalhação com tudo e com todos. E com ela mesma!
Só a verdade a libertará.
Espero.
#LulaLivre

DW – No dia 10 de maio de 1933, foram queimadas em praça pública, em várias cidades da Alemanha, as obras de escritores alemães inconvenientes ao regime.
O dia 10 de maio de 1933 marcou o auge da perseguição dos nazistas aos intelectuais, principalmente aos escritores. Em toda a Alemanha, principalmente nas cidades universitárias, montanhas de livros (ou suas cinzas) se acumulavam nas praças. Hitler e seus comparsas pretendiam uma “limpeza” da literatura.
Tudo o que fosse crítico ou desviasse dos padrões impostos pelo regime nazista foi destruído. Centenas de milhares de livros foram queimados no auge de uma campanha iniciada pelo diretório nacional de estudantes.
Stefan Zweig, Thomas Mann, Sigmund Freud, Erich Kästner, Erich Maria Remarque e Ricarda Huch foram algumas das proeminências literárias alemãs perseguidas na época.
O poeta nazista Hanns Johst foi um dos que justificou a queima, logo depois da ascensão do nazismo ao poder, com a “necessidade de purificação radical da literatura alemã de elementos estranhos que possam alienar a cultura alemã”.
Assim como desde a pré-história, se acreditava nos poderes purificadores do fogo, o regime do mestre da propaganda – Joseph Goebbels – pretendia destruir todos os fundamentos intelectuais da por ele tão odiada República de Weimar.
A opinião pública e a intelectualidade alemãs ofereceram pouca resistência à queima. Editoras e distribuidoras reagiram com oportunismo, enquanto a burguesia tomou distância, passando a responsabilidade aos universitários. Também os outros países acompanharam a destruição de forma distanciada, chegando a minimizar a queima como resultado do “fanatismo estudantil”.
Entre os poucos escritores que reconheceram o perigo e tomaram uma posição esteve Thomas Mann, que havia recebido o Nobel de Literatura em 1929. Em 1933, ele emigrou para a Suíça e, em 1939, para os Estados Unidos.
Quando a Faculdade de Filosofia da Universidade de Bonn lhe cassou o título de doutor honoris causa, ele escreveu ao reitor: “Nestes quatro anos de exílio involuntário, nunca parei de meditar sobre minha situação. Se tivesse ficado na Alemanha ou retornado, talvez já estivesse morto. Jamais sonhei que no fim da minha vida seria um emigrante, despojado da nacionalidade, vivendo desta maneira!”
Também Ricarda Huch retirou-se da Academia Prussiana de Artes. Na carta ao seu presidente, em 9 de abril de 1933, a escritora criticou os ditames culturais do regime nazista: “A centralização, a opressão, os métodos brutais, a difamação dos que pensam diferente, os autoelogios, tudo isso não combina com meu modo de pensar”, justificou. Em 1934, a “lista negra” incluía mais de três mil obras proibidas pelos nazistas. Como disse o poeta Heinrich Heine:
“Onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas.”

Jornais e sites da Europa, América Latina e Estados Unidos destacam primeira entrevista do ex-presidente como preso político. Submissão de Bolsonaro a Trump e luta por provar armações de Moro também são citadas Leia Mais