
Por Wilson Gomes – Há de haver reaças de todos os níveis no Brasil, hoje, mas o nível básico eu já identifiquei: o cara fala de Cuba como se estivéssemos no auge da Guerra Fria e apavorados com a possibilidade de internacionalização das revoluções socialistas; ou fala de “bolivarianismo” como se estivéssemos de sentinela um dia antes da Revolução Chinesa de 1949 e Nicolas Maduro fosse uma espécie de Mao Tse-tung venezuelano. Leia Mais






