
The Intercept, por Juliana Gonçalves – “QUANDO A PRINCESA Iemanjá abriu a boca, saíram dela milhares de estrelinhas. Eram estrelinhas de todos os tamanhos. Estrelinhas que brilhavam mais e estrelinhas que brilhavam menos”. São trechos como esse que fazem parte do livro infantil Omo-Oba – Histórias de Princesas, que foi questionado por um grupo de pais da Escola Sesi, em Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Eles não queriam que seus filhos, alunos do 3º ano do Ensino Fundamental I, tivessem contato com a “cultura africana”. Leia Mais








