
Agência Brasil, por Helena Martins – Segundo a Organização Mundial da Saúde, o número de assassinatos de mulheres chega a 4,8 para cada 100 mil mulheres Leia Mais

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Um membro do governo procurou meu pai para propor uma homenagem aos 100 anos do Presidente João Goulart ano que vem com uma série de ações. Leia Mais

BBC Brasil em Londres, por Flávia Milhorance – Em meados de 1980, uma região da floresta amazônica entre o Pará e Amapá comparada à Serra dos Carajás por seu potencial mineral despertava o interesse de investidores brasileiros e estrangeiros.
Para salvaguardar sua exploração, o então governo militar decretou em 1984 que grupos privados estavam proibidos de explorar a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), uma área de quase 47 mil km quadrados – maior que o território da Dinamarca. A ideia era que a administração federal pesquisasse e explorasse suas jazidas.
Nos anos seguintes, no entanto, o projeto avançou pouco, e a riqueza natural da área levou à criação de nove zonas de proteção dentro da Renca, entre elas reservas indígenas. A possibilidade de mineração foi, então, banida. Leia Mais

Prefeito assinou decreto com novas regras para a obtenção de licença para eventos com mais de mil pessoas Leia Mais

No Rondônia Dinâmica, por Vinícius Canova – Advertência: nesta publicação trato a respeito do processo movido por um professor universitário contra a jornalista Luciana Oliveira e a redijo em respeito à liberdade de expressão, preservação da atividade jornalística e, principalmente, em defesa da democracia
Porto Velho, RO – É interessante perceber como os perpetradores dos discursos de ódio se sentem confortáveis ao expor seus ideais medievais diante de plateias selecionadas. Também pudera, já que são justamente as redes sociais ligadas diretamente a amigos e demais contatos em constante simbiose ideológica – ao menos entre os que resolvem se exibir – os ambientes propícios para intrépidos acastelados reverberarem vitupérios cíclicos. Leia Mais

No 247, por Tereza Cruvinel – Ontem foi o dia do espanto. Os senadores da oposição discursavam contra a privatização da Eletrobrás e a entrega de uma enorme reserva ambiental na Amazônia à predação mineral quando começaram a ser bombardeados por informações sobre a extensão da grande liquidação do Brasil que o governo de Michel Temer acabava de anunciar à praça: entraram também no pacote a Casa da Moeda, 14 aeroportos, 15 terminais em portos, a Casemg, a Docas do Espírito Santo, a Lotex, a Ceasa-Minas, 11 linhas de transmissão de energia, trechos de rodovias e outros tantos blocos de exploração petrolífera. O anúncio foi espantoso porque repentino, e tal como a privatização da Eletrobrás, improvisado, mas há uma explicação, que não é ideológica, para a fúria privatizante: se Temer não encontrar um jeito de fazer caixa, ele (e também Meirelles) podem incorrer em crime fiscal-orçamentário, um dos delitos administrativos que remetem ao crime de responsabilidade, podendo justificar impeachment. Leia Mais