
No Brasil de Fato, por João Paulo Cunha
Não existe argumento mais mentiroso do que aquele que diz que tudo que é feito contra nós, no fundo, é para nosso bem. Ou, no mínimo, para o bem de nossos netos. A base das reformas trabalhista e da previdência se escora nessa falácia: retirar direitos é um ato retificador, que atualiza as possibilidades econômicas com as necessidades humanas. A modernidade dos fins é apenas uma derivação da crueldade dos meios. No terreno da economia, a moral é um princípio descartável, como os bons modos e o bom gosto. Leia Mais







