
Na FSP – A maioria da advocacia brasileira se disse contrária à criação de cotas raciais e de gênero para ocupação de cargos de liderança em escritórios. O apoio a cotas raciais foi maior, com 40% dos profissionais favoráveis à medida e 58% contrários à implementação da regra nas bancas jurídicas, segundo pesquisa inédita do Datafolha sobre o perfil e as opiniões da classe.
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