Genocídio em Gaza: palestino que perdeu ao menos 56 familiares parou de contar os mortos

Genocídio em Gaza: palestino que perdeu ao menos 56 familiares parou de contar os mortos

A Pública, por Por Andrea DiP, Ricardo Terto, Stela Diogo, Rafaela de Oliveira – O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, citado pela agência WAFA (Agência de Notícias da Palestina), divulgou dados alarmantes na última terça-feira, 17 de junho: mais de 55 mil mortos e 130 mil feridos desde 7 de outubro de 2023. Uma guerra que já ultrapassa os 600 dias, com raízes históricas profundas, e que se expande com novos ataques a outros países do Oriente Médio, como os recentes bombardeios de Israel ao Irã. Leia Mais

Argentina é o país mais seguro da América do Sul para se viver; veja em que posição está o Brasil

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O Globo – O Índice Global da Paz (GPI, na siglâ em inglês) para 2025, índice do Instituo para Economia e Paz (IEP) que mede indicadores de 163 países, apontou a Argentina como o lugar mais seguro para se viver em toda a América do Sul. O GPI leva em consideração o nível de paz em cada nação por meio de 23 critérios quantitativos e qualitativos, agrupados em três grandes dimensões: segurança e proteção social, conflitos internos e externos e militarização.

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Dados sobre as religiões no mundo e no Brasil. Artigo de Faustino Teixeira

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Humanitas Unisinos – “Para a compreensão do campo religioso brasileiro, os dados são fundamentais, mas devem ser complementados por pesquisas qualitativas, como dissertações e teses, bem como trabalhos de campo específicos, que possam enriquecer os dados com uma visão mais ajustada da realidade em análise”. Leia Mais

Em novo livro, cientista político alerta para aliança entre big techs e políticos extremistas: ‘O digital colonizou a democracia

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O Globo – No prólogo de seu novo livro, “A hora dos predadores”, o cientista político italiano Giuliano Da Empoli traça um paralelo nada reconfortante. Ao analisar o estado atual do mundo democrático, ele se compara a um escriba azteca, que descreveria a chegada dos espanhóis no reino de Montezuma. Sabemos o que aconteceu em seguida. Mas, se os invasores do século XVI tinham a pólvora, a nova ameaça é digital, aponta o professor do Instituto de Estudos Políticos de Paris. Leia Mais