
De bloco se sujo, à escola de samba do grupo especial.
Hoje a Asfaltão mais escola de samba, é um ponto de cultura de relevante papel cultural, social e ambiental. Leia Mais

De bloco se sujo, à escola de samba do grupo especial.
Hoje a Asfaltão mais escola de samba, é um ponto de cultura de relevante papel cultural, social e ambiental. Leia Mais

Assessoria – Pensando especialmente nas nossas crianças atípicas, teremos um espaço inclusivo na frente do palco, abafadores de ruído, além de uma van da SEMIAS no local, com equipe preparada para apoiar na regulação das crianças, sempre que for necessário, tanto hoje quanto amanhã, e nos blocos indicados no nosso banner.
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A participação da artista antes do show do pernambucano Lenine, realça a essência do festival criado para conectar a diversidade cultural da Amazônia com o Brasil e o mundo.
Izabela Lima mora em Porto Velho, uma das cinco capitais da Amazônia Legal que vão abrigar o Festival Povos da Floresta, idealizado pelo Centro de Inovação da Amazônia Rioterra, apresentado pela Petrobras e viabilizado pela Lei Rouanet.
A artista que explora versatilidade de ritmos, faz questão de focar na identidade sonora de sua raiz do Norte, com arranjos contemporâneos que criam uma experiência sonora imersiva na cena cultural amazônica. Leia Mais

“Temos dificuldades para respirar”, reclama Tayane Moraes, moradora de Porto Velho. A capital de Rondônia está imersa há dias em uma nuvem defumaça devido às queimadas recordes que atingem a amazônia. Leia Mais


Porto Velho é a pior de 100 cidades avaliadas no ranking de saneamento básico, divulgado pelo Instituto Trata Brasil.
Menos de 10% da população tem acesso ao serviço de tratamento de esgoto e mais da metade não tem acesso à água tratada.
Veja a reportagem:

Uol, por Lucas Lacerda Nascimento – Curitiba, com 1,73 milhão de habitantes, é a capital menos desigual no país. Considerando indicadores como educação, renda, pobreza, trabalho e ações climáticas, entre outros, a cidade consegue oferecer resultados acima da média de outras 25. Na outra ponta, Porto Velho (RO) tem os piores indicadores, com 23 deles abaixo da média de seus pares. Leia Mais

A história do mestre Bainha se mistura com a do carnaval de rua em Porto Velho, capital na Amazônia que tem 109 anos.
O compositor chega aos 85 anos de folia em plena forma e com um histórico de contribuições à cultura popular que impacta gerações.
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ODE AO MENESTREL (EM MEIO AO REBOJO E PITIÚ FREVISTA DO NORTE BRASILEIRO), por Altair Santos – Há pouco mais de três décadas quando boiou dos rebojos das ideias, venceu as ligeiras correntezas nadando as fartas águas das imaginações culturais amazônicas, subiu o barranco das vontades e das curiosidades beiradeiras para pisar as ruas da Cidade Porto, o Bloco Pirarucu do Madeira ainda pequeno, porém se já insinuando festivo e audaz, sinalizava um dia habitar e rebrilhar nas fileiras carnavalescas da cidade.
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