No dia do historiador, uma poesia do meu pai

No dia do historiador, uma poesia do meu pai

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Percival Farquar

Farquar, durante anos construiu
um império de fama e de dinheiro
nos negócios pelo mundo inteiro
que com sorte e prestígio conseguiu.
Na América Latina ele investiu,
no seu intuito de aventureiro
e conseguiu, também, ser o primeiro,
quando no mundo o nosso trem surgiu.
No entanto, era um um homem sonhador
e de fortuna colecionador,
até que um dia tudo arriscaria.
E seus títulos na bolsa ele perdeu
Assim, arruinado, ele morreu
empregado de sua Companhia.

Do livro Madeira Mamoré – O Vagão dos Esquecidos, de meu pai Antônio Cândido da Silva
#DiaDoHistoriador

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