Enquanto Lula entrega desenvolvimento, Flávio Bolsonaro confirma que é um traidor da Pátria

Enquanto Lula entrega desenvolvimento, Flávio Bolsonaro confirma que é um traidor da Pátria

247 – Chega a ser inacreditável o labirinto tropegamente trilhado por Flávio Bolsonaro para tentar salvar sua candidatura.

Nos Bolsonaro, a insanidade e o entreguismo se associaram para criar uma espécie de mutação genética familiar voltada à traição ao Brasil.

A mais nova floração dessa linhagem degenerada envolve a genuflexão, em forma de uma carta de Flávio, diante do próprio secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Amedrontado diante da rejeição avassaladora que sua candidatura desperta em um país que repele uma tal persona política, Flávio ofereceu, em um gesto de pavor e desespero, entregar as rédeas de seu eventual governo a uma nação estrangeira que historicamente assedia a independência nacional do Brasil. O ato, por si só, já configuraria crime de responsabilidade, mas a humilhação não para por aí.

A resposta de Marco Rubio veio na forma de uma carta que escancara a prova cabal da ingerência externa no processo democrático brasileiro. O documento não apenas expõe a submissão voluntária de Flávio, como também estabelece uma opção ofensiva e declarada na eleição presidencial de outubro. Nesta eleição, o povo brasileiro não escolherá entre direita e esquerda, mas entre o Brasil e Trump. Escolherá entre a soberania nacional e a condição de colônia dos Estados Unidos.

Enquanto o clã Bolsonaro rasteja por migalhas de apoio internacional, o presidente Lula entrega, silenciosa e concretamente, o desenvolvimento de que o país precisa. No programa de construção de embarcações de defesa, uma nova fragata é entregue, robustecendo a soberania sobre as riquezas marítimas nacionais. No campo estratégico, anuncia-se a construção de uma fábrica de fertilizantes e insumos que lança o Brasil na direção da autonomia em um setor vital para o agronegócio e a segurança alimentar. Na infraestrutura, a inauguração do trecho na Serra das Araras resolve, finalmente, um gargalo antes eterno na histórica e simbólica Rodovia Dutra — a mais importante artéria de transporte e logística do país. Esses, somados a dezenas de outros projetos finalizados, provam que o Brasil não precisa se curvar a potências estrangeiras para avançar.

O contraste é estarrecedor. De um lado, uma candidatura entreguista, movida pelo pânico da derrota, disposta a hipotecar o futuro da Nação a interesses externos. Do outro, Lula, que defende este país com o cuidado minucioso com tudo e com todos, mesmo que isso tenha um preço altíssimo — e ele já provou, ao longo da vida, que está disposto a pagar até com a própria vida para ver o Brasil de pé, livre e soberano. Em outubro, a urna dirá: a escolha é entre ser súdito ou ser cidadão de uma pátria independente.

Envie seu Comentário

comments