
Autor: Luciana Oliveira
Loja da família Zema faz liquidação com roupas contaminadas por lama em Brumadinho (MG)

Produtos foram apreendidos pela Prefeitura, pois estavam sendo comercializados “de forma irregular”
Leia MaisVeja como cada deputado votou no PL do Veneno, que amplia uso de pesticidas no país

O PL do Veneno legaliza a produção de agrotóxicos genéricos no Brasil, flexibiliza os critérios de controle e de autorização destas substâncias para acelerar o processo
Indígenas denunciam avanço do garimpo em território Yanomami: “bebida, conflitos e mortes”

Lideranças de comunidade remota fotografaram a instalação de balsas de exploração de ouro e pedem expulsão de invasores
Leia MaisCaso Monark: por que Alemanha e outros países proíbem o nazismo?

BBC – Ao argumentar que foi um “erro” a criminalização do nazismo pela Alemanha após a Segunda Guerra Mundial, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) tocou em um dos maiores desafios para as democracias liberais contemporâneas: qual a linha que separa a liberdade de expressão e a apologia ao crime? Quando a garantia à liberdade de expressão de um grupo representa dar-lhes os instrumentos democráticos para destruir a própria democracia? Por que, afinal, a Alemanha, um dos países mais democráticos do mundo, criminaliza até hoje o discurso nazista?
Leia MaisEm um ano, denúncias de neonazismo na Internet cresceram 60,7%, diz Safernet

CNN – Dados da Safernet, organização que promove a defesa dos Direitos Humanos na Internet no Brasil, mostram que plataforma recebeu 14.476 denúncias de neonazismo em 2021, em comparação com 9.004 registros em 2020.
Leia MaisEm meio a avalanche ruralista, maioria dos partidos ignora temas agrários

Apenas Rede e Solidariedade incluíram questões ambientais na lista de prioridades legislativas de 2022; mesmo em votação remota, governo e FPA correm para aprovar liberação de agrotóxicos, Marco Temporal, licenciamento e PL da Grilagem
Leia MaisMais de 3 mil crianças indígenas morreram no Brasil sob Bolsonaro

DCM – No ano de 2021, 486 crianças indígenas de 0 a 5 anos morreram no Brasil, segundo dados da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena), afirma reportagem de Joyce Ribeiro no R7.
Leia MaisMST Rondônia divulga ação ambiental e doação de alimentos a indígenas

Segundo o povo Cubano, “ser solidário não doar o que te sobra, mas o que pode te fazer falta”.
Leia MaisO novo Chile; Como a esquerda e seus ex-líderes estudantis chegaram lá

Revista Piauí, por Marcelo Casals – Em outubro de 2019, o velho Chile inesperadamente ruiu. Um aumento na tarifa do metrô na capital Santiago deu início a semanas de protestos liderados por estudantes secundaristas, que instigavam os passageiros a pular as catracas. À medida que as manifestações ficavam maiores, o governo de direita do empresário Sebastián Piñera respondeu com o uso desproporcional da força policial. Então, no dia 18 de outubro, o governo mandou fechar todas as estações, deixando milhões de pessoas nas ruas sem ter como se locomover. A decisão se revelou um erro fatal. Em questão de horas, os protestos se tornaram gigantescos. Quando a noite chegou, barricadas foram erguidas em bairros pobres e de classe média. Na manhã seguinte, diversas estações de metrô nas periferias da capital estavam em chamas. Foi o começo violento daquilo que seria chamado de estallido social (explosão social).
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