Autor: Luciana Oliveira
Moradores de Paraisópolis desmentem PM: ‘Mataram os meninos na porrada, spray de pimenta e bombas de gás’
Falando para o Viomundo na condição de anonimato, por temerem represálias dos policiais, moradores contam que as vítimas não morreram pisoteadas como a mídia chegou a informar inicialmente.
Leia MaisBrasil está abaixo da média da OCDE em Educação

No Blog da Cidadania – Divulgado nesta terça-feira (03/12), o relatório Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, na sigla em inglês) referente a 2018 aponta que o Brasil melhorou nos quesitos leitura, matemática e ciências em relação à edição anterior, de 2015, mas segue entre os mais mal colocados e abaixo da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Leia MaisNão foi ação desastrosa, mas criminosa
Pessoas com Deficiência e instituições se mobilizam contra PL que destrói conquistas da Lei de Cotas
Presidente da Biblioteca Nacional associa Caetano Veloso ao analfabetismo

Seguidor de Olavo de Carvalho, Rafael Nogueira foi escolhido pelo governo para estar à frente do órgão
Leia MaisFOI-SE O MESTRE-SALA (CABELEIRA)

Por Altair Santos – Certa vez, aos olhares estagnados procedeu o que seria o seu primeiro e interminável bailado. Num debulhar dançante entre o popular e o erudito, exibiu classe e leveza sem importa-se muito ou nada com as formalidades. E o fez…
Leia MaisAcabam com a polícia bandida ou a função da polícia acaba

A polícia bandida se sente empoderada por Bolsonaro e Moro.
É pra essa polícia acostumada a abusos, torturas e pena de morte que querem excludente de ilicitude.
Já se sentem autorizados a matar sem necessidade e punição, com discursos e propostas deste governo e com a parcela da sociedade que apoia.
E a polícia que age dentro dos limites legais, necessária, suporta o descrédito por causa da parcela bandida.
Na mira: educação, cultura, meio ambiente, jovens, mulheres e negros

Por Ricardo Kotscho, no Balaio do Kotscho e para o Jornalistas pela Democracia – Era um baile funk com 5 mil jovens dançando na favela de Paraisópolis, uma das maiores de São Paulo.
Leia MaisGoverno Bolsonaro traz a servidão moderna para a realidade brasileira

Em quase 14 décadas de sua dominante existência no Brasil, o modo de produção capitalista conviveu com uma diversidade de crises conjunturais. Mas somente duas delas foram crises de dimensões estruturais, capazes de fazer com que o capitalismo alterasse radicalmente o seu funcionamento, especialmente na forma com que o Estado passou a se relacionar com o conjunto da classe trabalhadora.
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