
No Conjur – Uma das mais tradicionais publicações brasileiras sobre economia, o DCI (Diário Comércio Indústria & Serviços) irá encerrar as atividades no próximo dia 23 de setembro. Leia Mais

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A coordenadora da Kanindé, Ivaneide Bandeira, fez a fala mais contundente, honesta e útil na Audiência Pública sobre Regularização Fundiária.
Ela enfrentou a narrativa do governo contra ONGs que atuam na defesa do meio ambiente, corroborado por muitos parlamentares.
Disse claramente que as missões evangélicas receberam mais recursos públicos, logo seriam as mais interessadas em retaliação ao governo com o corte deles.
Sobre a questão da regularização fundiária, disse que este é um problema que não pode ser tratado só com foco em título e financiamento.
Denunciou o discurso populista, eleitoreiro, que ignora as causas dos conflitos agrários em Rondônia e da destruição do meio ambiente.

247 – Numa declaração surpreendente no programa Roda Viva da TV Cultura da noite desta segunda-feira, Michel Temer qualificou a derrubada de Dilma Roussef em 2016 de “golpe” e chamou Lula de “presidente”. Assista. Disse que pretendia atuar com Lula para evitar o golpe, mas a proibição de Gilmar Mendes para que ele assumisse a Casa Civil inviabilizou a articulação. A admissão de Temer enterra de vez o discurso das elites de que teria havido um processo regular de impeachment contra Dilma. Leia Mais

A exibição do documentário do jornalista Zola Xavier sobre um atentado político em 1962 foi um sucesso de público, mas aqui e acolá li críticas fundadas no ‘esperava mais’.
Os ‘Cutubas’ revoltados com a exumação do fato histórico e os ‘Peles Curtas’ com expectativa metódica, cobraram mais do que nunca fora documentado por censura e covardia.
São reações normais e que devem ser concebidas não como freio, mas impulso.
O que Zola fez com a ajuda de amigos, muita dificuldade de acesso a dados e testemunhos, agora pode ser feito melhor por quem tenha mais recursos financeiros e experiência em produção audiovisual.
Os que resumem a produção no ‘esperava mais’, deviam focar no ‘por que esperamos tanto tempo’ e só pelo valor dos testemunhos o documentário cumpre sua finalidade.
Ao acompanhar as andanças de Zola, Basinho e Anísio, conversar sobre como iam as gravações, percebi claramente que a única pretensão era quebrar o silêncio.
Não esperei uma história contada com início, meio e fim, muito menos que encerrasse a controvérsia de 57 anos sobre o duelo político que acabou em sangue e silêncio.
A mim não decepciona a ousadia de simplesmente abrir um sepulcro histórico e desenterrar interrogações.
É esse o grande feito, desenterrar interrogações para que outros explorem a história por vários ângulos.
Um passo é ação extraordinária até que outros se atrevam a avançar no escaninho da história.
Quem pensa que foi fácil e de pouco valor convencer testemunhas a darem a cara à tapa nesta aldeia de conveniências espantosas e duradouras, não fez, nem fará mais e melhor.
Se Caçambada Cutuba deixou tantas interrogações, cumpriu sua finalidade.
A intenção é amplificar e produzir mais e mais versões sobre o que estava restrito à boca do povo, costurado com décadas de fingimento.
Os que ‘entendem’ de produção documental que ‘esperavam mais’, podem e devem fazer mais.
Desenterrem todos os silêncios!
O imenso público que prestigiou a estréia do documentário, quer mais.
Eu, com imensa satisfação, agradeço a Zola pelas interrogações.


Estudo da Human Rights Watch catalogou episódios de intimidação envolvendo desmatamento ilegal. Leia Mais

Na apelação, os ofensores esqueceram de solicitar a diminuição do valor indenizatório como pedido alternativo, e, por conta disso, os desembargadores mantiveram o patamar estipulado em primeiro grau
É como defino a Audiência pública que discute regularização fundiária em Rondônia, na Assembleia Legislativa de Rondônia.
O foco que dão à questão do conflito entre setor produtivo e meio ambiente é propositadamente desfocado.
Para não falar dos grandes que ocupam áreas imensas ilegalmente e destroem nossas matas, tudo, enfim, realçam o trabalho e dificuldades dos que legalmente produzem e enfrentam a burocracia para conseguir regularizar terras e obter financiamentos.
Desfocam, para avançar o que chamam de novo ciclo de colonização.
Não estão debatendo política pública para equilibrar desenvolvimento e proteção do meio ambiente.
Na verdade, parecia um grande palanque eleitoreiro. A conversa era deles, para eles.
É como se ainda estivessem em campanha eleitoral. E de fato, estão.
Luiz Antônio Nabhan Garcia, secretário Especial de Assuntos Fundiários, do Ministério da Agricultura, estava lá.
Garanto que ouviu mais choradeira e promessas que vão esbarrar no controle jurídico.
E, claro, confirmou ilusionismo nos discursos contra ONGs, áreas de conservação e territórios indígenas.
É fake uma Frente Parlamentar que não debate a regularização fundiária considerando o que há de mais grave entre o desenvolvimento e o meio ambiente.
Como destemidos colonizadores, de novo, querem passar por cima de tudo que estiver no caminho deles, atrapalhando.

O pedido foi apresentado por oito parlamentares de esquerda e já conta com assinaturas suficientes para a deflagração da investigação
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No ano em que se comemora seus 80 anos, regente e compositor Ricardo Tacuchian tem toda sua obra escrita para viola gravada pelo Duo Burajiru. Leia Mais