
247 – Jair Bolsonaro foi alvo de panelaços em vários pontos do País na noite desta sexta-feira, 23, durante pronunciamento em rede de televisão em que falou sobre a devastação da Floresta Amazônica por conta de incêndios e desmatamentos. Leia Mais

247 – Jair Bolsonaro foi alvo de panelaços em vários pontos do País na noite desta sexta-feira, 23, durante pronunciamento em rede de televisão em que falou sobre a devastação da Floresta Amazônica por conta de incêndios e desmatamentos. Leia Mais

Tensão deve fazer com que Ministério das Relações Exteriores convoque embaixador brasileiro na França Leia Mais

Com cobranças de chefes de estado e protestos no mundo todo sobre queimadas na Amazônia, Bolsonaro ‘entendeu’ hoje que foi eleito presidente.
E se não entendeu o suficiente pra mudar seu comportamento infantil, hostil e irresponsável, o ressuscitar do panelaço no JN fez muito eleitor dele entender o que vem pela frente.
O pronunciamento de Bolsonaro em rede nacional simbolizou bem a imagem do Brasil como terra devastada de esperança.

247 – Aumenta a pressão internacional sobre o Brasil em meio ao crescimento histórico de queimadas na Floresta Amazônica, estimuladas pela política de Jair Bolsonaro e do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Leia Mais

247 – Em reportagem intitulada “Incêndios na floresta amazônica: líderes globais instados a desviar o Brasil do caminho do ‘suicídio'”, o jornal britânico The Guardian destaca a preocupante devastação da Amazônia no governo Jair Bolsonaro, que sofre cada vez mais pressão da mídia estrangeira. De acordo com a publicação, “a grande maioria dos brasileiros quer proteger a floresta, segundo pesquisas de opinião, mas o governo tem priorizado os interesses comerciais”. Leia Mais

Foto: Nasa
Para entender como Rondônia chegou ao quarto lugar no ranking de estados com maior aumento de queimadas, é preciso lembrar quem ‘botou fogo’ com palavras e ações.
Não é por acaso o aumento de 198% nos focos, de janeiro a agosto deste ano.
Houve uma verdadeira campanha contra o meio ambiente para desenvolver irresponsavelmente o setor produtivo, mola propulsora da economia do estado. Leia Mais

Fatos já não importam no debate da Amazônia; Brasil se torna um pária mundial
Fatos já não adiantam mais. Quer-se ouvir a voz de Jair Bolsonaro, os que odeiam e os que amam. Já pouco importa saber as causas e os motivos dos incêndios e dos desmatamentos horrendos de meados deste ano na Amazônia. Antes mesmo de incendiar a floresta, o presidente já queimou o filme do Brasil, dado o comportamento demente de seu governo de extrema-direita. Ao longo desta semana, Bolsonaro se tornou um sucesso mundial de falta de estima, de desprezo ou de raiva.
Em poucos meses, em especial nas últimas semanas derrubou duas décadas de melhorias na imagem internacional do Brasil no que diz respeito ao ambiente.
Era um progresso baseado em fatos como diminuição do ritmo de desmatamento, leis de proteção, adesão de parte das empresas rurais às razões ambientais, políticas socioeconômicas e diplomacia inteligente. Há decerto promessa de devastação de todos esses avanços. O desmatamento da razão e das instituições já começava, assim como há incentivo ao espírito de destruição desde a campanha eleitoral.
Mas Bolsonaro adiantou-se à ruína que alardeia ou prega, com suas palavras de profeta do apocalipse da razão.
Líderes políticos europeus, de organizações internacionais, de ONGs com grande sucesso de público e tuítes em massa, pelo mundo inteiro espalhavam o slogan “nossa casa está queimando”. Nossa casa, o planeta, a Amazônia. Desde gente e instituições sérias até pessoas ingênuas ou desinformadas que se ocupam da floresta como uma espécie de panda vegetal atacavam o autodenominado Nero das matas.
Os indícios de problemas sérios na Amazônia tornaram-se escândalo mundial porque Bolsonaro é um presidente que “prende e arrebenta” os fatos e o debate racional, porque causa ultraje, multiplica as crises.
Não se sabe por ora o tamanho da ruína político-diplomática que vai causar, na prática, mas já contribui para formar ou fortalecer coalizões que podem prejudicar os interesses brasileiros.
Protecionistas, ambientalistas, apenas gente adepta da democracia ou de relações civilizadas nas relações internacionais podem fazer uma frente comum.
A liderança centrista de Alemanha e França não vai desprezar o impacto político de Bolsonaro sobre os partidos “verdes”, que crescem em seus países. A reação ao acordo de Mercosul e União Europeia ganha reforço. O peso de um país tresloucado e selvagem em fóruns internacionais tende a diminuir.



Na Folha, por Vinícius Torres – Os meios de comunicação alemães mais importantes chegam a pedir sanções contra o Brasil, que corre o risco de se tornar um pária mundial porque assim se comporta seu governo. Leia Mais

Presidente francês escreveu em rede social que ‘nossa casa está queimando, literalmente’; evento que reúne sete das maiores economias do planeta começa neste fim de semana, na França. Leia Mais
O mundo se indigna com o aumento das queimadas na Amazônia e cobra explicações e medidas para contê-las.
Sem condições de responder a uma coisa e outra, o presidente Jair Bolsonaro resolveu apagar fogo com gasolina, levianamente acusou ONGs de tocarem fogo e sugeriu conluio de governadores da região Norte. Leia Mais