
Por: Altair Santos (Tatá) – Cá embaixo, em terra chã, sob o asfalto como linóleo da apimentada ópera carnavalis, minutos antes do coloridíssimo e efervescente Bloco Pirarucu do Madeira, feito um deslizante arco-íris deitado ganharas ruas cantando suas três décadas de existência e, sob esse mote, transpor as esquinas exalando e a borrifar invadindo as narinas todas com o seu aromático, arrebatador e contagiante pitiú freveiro, tudo era festa e emoção nas hostes e cercanias pirarucuenses.








