
Até início da tarde, Folha, Estado, Globo e G1 não deram nenhuma matéria sobre a decisão do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas que confirmou a parcialidade de Sérgio Moro.
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Até início da tarde, Folha, Estado, Globo e G1 não deram nenhuma matéria sobre a decisão do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas que confirmou a parcialidade de Sérgio Moro.
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R7 – Depressão cresce 40% no Brasil entre período pré-pandemia e início de 2022, mostra pesquisa.
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A Pública – O ano de 2020 marcou um triste recorde na Terra Indígena (TI) Kaxarari, localizada no oeste do município de Porto Velho, capital de Rondônia. De junho a agosto, houve três episódios conflituosos envolvendo madeireiros, empresários e o governo federal, que ocorreram após uma ação das Forças Armadas que patrulhou a TI, segundo o Ministério da Defesa, para tentar coibir o desmatamento e a extração ilegal de madeira na região.
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Será nesta terça-feira, 26, a oficina da Witness Brasil, uma organização internacional que apoia e treina ativistas e cidadãos ao uso do vídeo feito com celular para expor violações de direitos humanos.
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Por Correio Braziliense – O foco do governo na reeleição do presidente Jair Bolsonaro e os radares políticos voltados para as sucessivas crises estão cegando o debate sobre uma realidade cruel e que pode nos condenar a muitos anos de baixo crescimento econômico: os efeitos perversos da inflação alta e da queda da renda dos trabalhadores, que resultam no aumento da desigualdade social, com o crescente empobrecimento da população brasileira.
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247, por Hildegard Angel – Como tenente, Jair Messias planejou atentados a bomba contra instalações militares, em protesto contra salários baixos, e o tribunal militar, após condena-lo em 1ª instância, passou mão na sua cabeça e o transferiu para a reserva com patente de capitão.
O que ele não seria então capaz de fazer como Presidente da República?
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De Olho Nos Ruralistas – Segundo a CPT, fazendeiros, empresários e governos são os principais agentes por trás dos atos de violência no campo registrados no ano passado; situação piorou nos governos Temer e Bolsonaro, com desmonte de políticas públicas e aumento da concentração fundiária no país
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