247 – A Defensoria Pública da União (DPU) e a Defensoria Pública de São Paulo expediram nesta sexta-feira, 31, recomendação para que o Ministério da Saúde e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos não veiculem a campanha publicitária que prega a abstinência sexual entre adolescentes.
No Blog da Cidadania – A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão enviou ofícios à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e ao Conselho Nacional dos Esportes (CNE) pedindo que os órgãos adotem uma série de ações para enfrentar e prevenir atos de homofobia e transfobia em campeonatos de futebol e competições esportivas nacionais. As medidas incluem a adequação de atos normativos à criminalização da homotransfobia, a realização de campanhas e o aprofundamento da discussão de políticas sobre o assunto.
BBC – A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta quinta-feira (30/1) que, diante do avanço do coronavírus, passa a classificar a epidemia atual como emergência de saúde pública de interesse internacional.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, detonou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, em evento realizado pelo Credit Suisse em São Paulo. Disse que o sujeito prejudica a imagem do país e que inviabiliza novos investimentos.
Segundo o jornal Valor, afirmou que, com um “ministro da Educação desses”, o Brasil “não tem futuro”.
O presidente da Câmara também criticou o ministro o Meio Ambiente, Ricardo Salles, que “perdeu as condições de ser interlocutor” com investidores.
Salles não tem credibilidade mínima.
“Não sei o que o governo vai fazer com o ministro do Meio Ambiente”, destacou. “Perdeu condições de ser interlocutor. Radicalizou demais”, acrescentou.
A condução da Secretaria da Cultura também foi alvo das críticas de Maia. A pasta tem agora no comando Regina Duarte, mas até dez duas semanas atrás era dirigida por Roberto Alvim, que gravou um vídeo com um discurso nazista, em que repetiu palavras de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Hitler.
“A questão da Cultura passou de todos os limites”, disse.
No fundo, Maia critica Jair Bolsonaro. Afinal, não existem ministros ou assessores ruins. Se eles são incompetentes, a responsabilidade é de quem os colocou lá.