“Agora o presidente é de direita”, diz Bolsonaro sobre mudanças em comissão que apura crimes da ditadura

“Agora o presidente é de direita”, diz Bolsonaro sobre mudanças em comissão que apura crimes da ditadura

Jair BolsonaroJair Bolsonaro (Foto: Marcos Corrêa/PR)

Em meio às críticas desferidas contra a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, Jair Bolsonaro justificou as mudanças promovidas no colegiado afirmando que agora o governo “é de direita”; “O motivo é que mudou o presidente, agora é o Jair Bolsonaro, de direita. Ponto final. Quando eles botavam terrorista lá, ninguém falava nada. Agora mudou o presidente”, disse.

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Carta à comunidade acadêmica da UNIR e à sociedade rondoniense

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Pois em silêncio guardei minha angústia pelos ataques desferidos contra mim nas redes sociais por conta de um discurso proferido no Auditório Paulo Freire da UNIR no dia 28 de maio, em um ato em defesa da educação pública. Naquele mês, as Universidades e Institutos Federais eram injustamente acusados de somente promover balburdias, o que justificava o corte de orçamento destas Instituições.

Durante o mês de maio as redes sociais divulgaram mensagens, fotos e vídeos que pareciam corroborar com a acusação de que em vez de estudar, pesquisar e produzir, professores e alunos entretinham-se em “festas de pelados” e “consumo de maconha”. A acreditar naquelas postagens estávamos mais próximos das bacanais romanas do que de um campus universitário, onde se pensa, se produz e se formam as futuras gerações de profissionais. Leia Mais

A República de Curitiba queria tomar de assalto o Brasil

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(Foto: Marcelo Camargo – ABR)

O procurador Deltan Dallagnol “tinha consciência plena de que agia fora da lei. É isso que queremos como exemplo para o país?”, questiona o colunista Hayle Gadelha; ele aparentemente “tinha comprado os direitos autorais da verdade e determinava o que era certo e o que era errado”, critica.

O que pensam 7 ex-ministros da Justiça sobre atuação de Moro no caso dos hackers

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“Ilegal”. “Irregular”. “Abusivo”. “Absurdo”. “Indecente”. “Exorbitante”. São alguns dos adjetivos usados por ex-ministros da Justiça que ocuparam o cargo nos últimos 24 anos – nos governos FHC, Lula, Dilma e Temer -, para se referir à conduta do atual ocupante da pasta, o ex-juiz federal Sergio Moro, no caso da investigação da Polícia Federal sobre hackers.
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