
Tivemos um presidente, o Lula, que o presidente dos EUA definia como “O Cara”.
Agora temos um presidente, o Bolsonaro, que diz ao presidente dos EUA que está “cada vez mais apaixonado”
por ele.
Melhorou pra porra hein?

Em meio às críticas desferidas contra a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, Jair Bolsonaro justificou as mudanças promovidas no colegiado afirmando que agora o governo “é de direita”; “O motivo é que mudou o presidente, agora é o Jair Bolsonaro, de direita. Ponto final. Quando eles botavam terrorista lá, ninguém falava nada. Agora mudou o presidente”, disse.

Pois em silêncio guardei minha angústia pelos ataques desferidos contra mim nas redes sociais por conta de um discurso proferido no Auditório Paulo Freire da UNIR no dia 28 de maio, em um ato em defesa da educação pública. Naquele mês, as Universidades e Institutos Federais eram injustamente acusados de somente promover balburdias, o que justificava o corte de orçamento destas Instituições.
Durante o mês de maio as redes sociais divulgaram mensagens, fotos e vídeos que pareciam corroborar com a acusação de que em vez de estudar, pesquisar e produzir, professores e alunos entretinham-se em “festas de pelados” e “consumo de maconha”. A acreditar naquelas postagens estávamos mais próximos das bacanais romanas do que de um campus universitário, onde se pensa, se produz e se formam as futuras gerações de profissionais. Leia Mais

O procurador Deltan Dallagnol “tinha consciência plena de que agia fora da lei. É isso que queremos como exemplo para o país?”, questiona o colunista Hayle Gadelha; ele aparentemente “tinha comprado os direitos autorais da verdade e determinava o que era certo e o que era errado”, critica.

Tijolaço – Deltan Dallagnol tem de ser afastado imediatamente de suas funções de coordenador da Operação Lava Jato. Leia Mais

No DCM – Nova leva de diálogos da Vaza Jato mostram Deltan Dallagnol mandando investigar o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, visto como inimigo da causa. Leia Mais

Procurador da força-tarefa de Curitiba sugeriu investigações sobre atual presidente do STF e escritório de advocacia da mulher em 2016 Leia Mais

Ao Brasil de Fato, Alceu Castilho fala sobre livro-reportagem que revela terras desconhecidas de ex-presidente tucano Leia Mais

“Ilegal”. “Irregular”. “Abusivo”. “Absurdo”. “Indecente”. “Exorbitante”. São alguns dos adjetivos usados por ex-ministros da Justiça que ocuparam o cargo nos últimos 24 anos – nos governos FHC, Lula, Dilma e Temer -, para se referir à conduta do atual ocupante da pasta, o ex-juiz federal Sergio Moro, no caso da investigação da Polícia Federal sobre hackers.
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