Na EBC – Há, no Brasil, cerca de 1 milhão de indígenas de mais de 250 etnias distintas vivendo em 13,8% do território nacional. Em meio às ameaças de violência, riscos de perda de direitos em decorrência da pressão dos latifundiários, mineradoras e usinas, alguns povos indígenas lutam por mais autonomia, tentando conquistar, com a comercialização de seus produtos e com o turismo, alternativas para diminuir a dependência dos recursos cada vez mais escassos da Fundação Nacional do Índio (Funai). Leia Mais ›
Terra, paz e justiça, são lemas centrais do ato realizado na capital, por representantes de várias etnias que reclamam violações de direitos em seus territórios. Leia Mais ›
Na Folha de São Paulo – A data de 19 de abril foi escolhida como Dia do Índio no Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado na cidade de Patzcuaro, no México, em 1940. Foi nesse dia que os representantes dos povos indígenas começaram a participar efetivamente do encontro. Leia Mais ›
Quem não riu ao ler a declaração de Geraldo Alckmin sobre Aécio Neves se tornar réu por corrupção e obstrução de justiça no Supremo Tribunal Federal?
“Não existe justiça verde, amarela, azul ou vermelha. Só existe justiça. Decisão judicial se respeita e a lei é para todos, sem distinção”, tuitou.
Logo ele, o ‘santo’ da planilha de propinas da Odebrecht, que vai responder por corrupção por meio de Caixa 2 na Justiça Eleitoral.
E isso, depois de prestar depoimento por escrito e em sigilo ao Superior Tribunal de Justiça.
Não há lógica alguma na equidade que Alckmin tenta talhar no epitáfio de Aécio na política.
Nem por ele ou pelo partido, pode falar que a lei é aplicada com a mesma imparcialidade e marcha processual a todos os políticos investigados por corrupção.
Após duas décadas, enfim, o ex-presidente do PSDB, Eduardo Azeredo, está na iminência de ser preso pelo chamado ‘mensalão tucano’, com base no entendimento do STF que levou o ex-presidente Lula à prisão em apenas 6 meses.
Azeredo aguarda o julgamento dos últimos recursos de segunda instância do seu processo e confia em ‘Deus’ que será absolvido.
“Eu espero que Deus ilumine os desembargadores”, disse.
A declaração de Alckmin sobre Aécio é, portanto, mais que descaramento ululante.
É o jeito que ele arranjou pra se desinvisibilizar na corrida pela presidência em que aparece com patético 1% de intenção de votos. O ‘santo’ aposta na estratégia de que só por tornar Aécio réu, a opinião pública vai mudar quanto à sacanagem que fizeram com Lula só para que não vença as eleições.
Não vai colar.
Segundo a última pesquisa Vox Populi, “41% dos brasileiros consideram que Lula foi condenado sem provas, 59% consideram que a prisão de Lula foi política e 58% acham que ele tem o direito de ser candidato novamente à presidência da República, mesmo depois da prisão.”
O fato político mais relevante do país segue sendo o do ex-presidente preso por condenação sem provas, que lidera com larga vantagem todas as pesquisas de intenção de votos.
Em todos os cenários o ‘cabra da peste’ Luís Inácio Lula da Silva humilha quem o açoita, a mídia, o STF, tudo.
247 – Dois anos depois do golpe dos corruptos contra a presidente eleita, Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que protagonizou uma das maiores farsas da história do País, passa a ser réu, no Supremo Tribunal Federal, por corrupção e obstrução de Justiça. Leia Mais ›
Quem não riu ao ler a declaração de Geraldo Alckmin sobre Aécio Neves se tornar réu por corrupção e obstrução de justiça no Supremo Tribunal Federal?
“Não existe justiça verde, amarela, azul ou vermelha. Só existe justiça. Decisão judicial se respeita e a lei é para todos, sem distinção”, tuitou.
Logo ele, o ‘santo’ da planilha de propinas da Odebrecht, que vai responder por corrupção por meio de Caixa 2 na Justiça Eleitoral.
E isso, depois de prestar depoimento por escrito e em sigilo ao Superior Tribunal de Justiça.
Não há lógica alguma na equidade que Alckmin tenta talhar no epitáfio de Aécio na política.
Nem por ele ou pelo partido, pode falar que a lei é aplicada com a mesma imparcialidade e marcha processual a todos os políticos investigados por corrupção.
Após duas décadas, enfim, o ex-presidente do PSDB, Eduardo Azeredo, está na iminência de ser preso pelo chamado ‘mensalão tucano’, com base no entendimento do STF que levou o ex-presidente Lula à prisão em apenas 6 meses.
Azeredo aguarda o julgamento dos últimos recursos de segunda instância do seu processo e confia em ‘Deus’ que será absolvido.
“Eu espero que Deus ilumine os desembargadores”, disse.
A declaração de Alckmim sobre Aécio é, portanto, mais que descaramento ululante.
É o jeito que ele arranjou pra se desinvisibilizar na corrida pela presidência em que aparece com patético 1% de intenção de votos. O ‘santo’ aposta na estratégia de que por Aécio virar réu, a opinião pública vai mudar quanto à sacanagem que fizeram com Lula só para que não vença as eleições.
Não vai colar.
Segundo a última pesquisa Vox Populi, “41% dos brasileiros consideram que Lula foi condenado sem provas, 59% consideram que a prisão de Lula foi política e 58% acham que ele tem o direito de ser candidato novamente à presidência da República, mesmo depois da prisão.”
O fato político mais relevante do país segue sendo o do ex-presidente preso por condenação sem provas, que lidera com larga vantagem todas as pesquisas de intenção de votos.
Em todos os cenários o cabra-da-peste Luís Inácio Lula da Silva humilha quem o açoita, a mídia, o STF, tudo.
A Hora do Povo – A aprovação do generoso programa de refinanciamento de dívidas (Refis) pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal beneficiou especialmente os parlamentares que o aprovaram. A adesão às regras – criadas por eles próprios – beneficiou 73 deputados e senadores e chegou a abater 95% das dívidas de alguns dos políticos-empresários, conforme compilação de dados da Procuradoria-Geral da Fazenda feita pelo jornal Valor Econômico. Leia Mais ›
Marco Aurélio Ruy, do Portal CTB – O dia 17 de abril de 2016 entrou para a história como o Dia da Vergonha para o Brasil. Por 367 votos favoráveis e 137 contrários, a Câmara dos Deputados, presidida por Eduardo Cunha, atualmente preso por corrupção, disse sim com ênfase ao processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff. Leia Mais ›