Vencedora do prêmio ‘Educador do Ano’ é atacada a tiros em cidade de Rondônia

Vencedora do prêmio ‘Educador do Ano’ é atacada a tiros em cidade de Rondônia

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Do G1/Rondônia – A vencedora do prêmio “Educador do Ano” 2017, Elisângela Dell-Armelina Suruí, foi atacada a tiros por bandidos em Cacoal (RO). A tentativa de homicídio ocorreu quando ela e o marido voltavam de moto para a Aldeia Paiter Suruí, na noite de quarta-feira (29). O casal não se feriu no ataque e fugiu a tempo para pedir ajuda. Leia Mais

30ª EDIÇÃO DO PROJETO SAMBA AUTORAL SERÁ NO DIA NACIONAL DO SAMBA

30ª EDIÇÃO DO PROJETO SAMBA AUTORAL SERÁ NO DIA NACIONAL DO SAMBA

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“Salve, salve meu samba autoral, todos os músicos e sua maestria…” (trecho da música em homenagem ao Projeto do Trio de Ouro)

A temporada 2017 do Projeto Samba Autoral, encerra-se neste sábado dia 2 de dezembro, dia Nacional do Samba, A partir das 14:30, no Mercado Cultural. Leia Mais

No dia do depoimento de Tacla Durán, mulher de Sergio Moro encerra as atividades de página no Facebook que louvava os feitos do marido

No dia do depoimento de Tacla Durán, mulher de Sergio Moro encerra as atividades de página no Facebook que louvava os feitos do marido

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No DCM – A mulher do juiz Sergio Moro, Rosângela, avisou no Facebook que está fechando a fan page de louvação ao marido, intitulada “Eu Moro com Ele”.

Rosângela foi lacônica sobre o motivo do encerramento. “A página cumpriu seu papel. Ela foi criada para agradecer cada manifestação de apoio recebida e assim, eu e a Cláudia Vasconcelos Pires, administradoras da página, tentamos fazer”, escreveu.

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MARIGHELLA É EXEMPLO DE RESISTÊNCIA PARA O BRASIL DE AGORA, DIZ WAGNER MOURA

MARIGHELLA É EXEMPLO DE RESISTÊNCIA PARA O BRASIL DE AGORA, DIZ WAGNER MOURA

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247 – Wagner Moura sabe que o tema que escolheu para seu primeiro filme como diretor será visto como um manifesto político de um ator associado a uma ideologia de esquerda. Mas ele não se importa, pelo contrário: “A gente tem que sair das cordas e partir para o ataque”, diz.

Produzido pela O2, o filme vai acompanhar a vida de Marighella entre 1964 e 1969, até sua morte por policiais numa emboscada em São Paulo.

“Eu quero que o filme seja um depoimento nosso contra a escrotidão, contra a injustiça, a falácia, a opressão, o golpe. Contra o golpe. Não tem essa de dizer que o filme é imparcial. Meu filme não será imparcial, será um filme sobre quem está resistindo. A esquerda está numa situação difícil, a gente está nas cordas. Os artistas estão ao ponto de ter que dizer que não são pedófilos. A gente tem que sair das cordas e partir para o ataque.

“Com certeza toda polarização tende a ser burra. A inteligência mora em algum lugar entre uma coisa e outra, e sou completamente refratário a qualquer tipo de boicote. Mas é natural que a quentura da política norteie que filme ou peça que você vai ver. Eu não vi nenhum desses filmes, mas o que eu sei é que o filme da Lava-Jato (“Polícia Federal”) custou R$ 16 milhões, e ninguém sabe de onde veio o dinheiro. Enquanto eu sou chamado de “ladrão da Lei Rouanet”, tem uma galera fazendo com mais facilidade seu trabalho. Não estou os julgando, nem os conheço e torço para que o filme tenha sido bem-sucedido. Mas este momento de polarização gera distorções como essa. Tem sido muito difícil para a gente captar por causa do tema, e parece que foi mais fácil para a galera fazer o outro.”

As informações são de reportagem de André Miranda em O Globo.