A venda da Eletrobras/Eletronorte vai colocar o Brasil nas mãos das grandes potências mundiais

A venda da Eletrobras/Eletronorte vai colocar o Brasil nas mãos das grandes potências mundiais

ele

A soberania brasileira – que é a liberdade que o país tem para administrar e usufruir de suas riquezas – estará seriamente comprometida caso se concretize o projeto de Temer que é a venda da Eletrobras e Eletronorte para empresas estrangeiras. Além de promoverem o desenvolvimento econômico e social com a produção e geração de energia, as duas empresas são também estratégicas porque detém um vasto conhecimento sobre as potencialidades hídricas e energéticas e que vão ser entregues de mãos beijadas para as potências mundiais. Leia Mais

Lava Jato, porte de drogas e demarcações: o que pensa a nova procuradora-geral, Raquel Dodge?

Lava Jato, porte de drogas e demarcações: o que pensa a nova procuradora-geral, Raquel Dodge?

dod

Na BBC – Raquel Dodge assume nesta segunda-feira o comando do Ministério Público Federal, uma das instituições mais importantes e poderosas do país. Nomeada pelo presidente Michel Temer, ela vai substituir Rodrigo Janot como Procuradora-Geral da República (PGR) na condução das investigações da Lava Jato contra autoridades com foro privilegiado. Leia Mais

Condomínio em Rio Branco manda proprietário apagar muro com personalidades da esquerda

Condomínio em Rio Branco manda proprietário apagar muro com personalidades da esquerda

es

Do facebook de Altino Machado

Este é o muro da casa dos ex-deputados Edvaldo Magalhães e Perpétua Almeida, no condomínio Ipê, em Rio Branco. Embora seja condomínio de classe média alta do Acre (não confundir com classe média alta do Rio, São Paulo etc., por exemplo), o muro do Ipê parecia muro de terreno abandonado de qualquer cidade. Leia Mais

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: E O AÉCIO?

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: E O AÉCIO?

ae

No The Intercept – DELAÇÕES, INQUÉRITOS, denúncias, sentenças. A cada dia não param de surgir nomes de políticos envolvidos em escândalos nos quatro cantos do país. Com a divulgação da delação da JBS há quatro meses, um nome dado como certo para cair de vez nas garras da Justiça era o do senador e candidato derrotado à presidência em 2014, Aécio Neves (PSDB-MG). Gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista, dono da empresa, ele chegou a ser afastado de suas funções parlamentares, mas retornou em julho. Agora, procura ser discreto, enquanto aguarda que o Supremo Tribunal Federal (STF) decida por um pedido de prisão pendente, feito pela Procuradoria Geral da República (PGR). Ao todo, Aécio responde a nove inquéritos na Corte, mas segue incólume. Leia Mais