Uma cidade empresarial, quero não!

Uma cidade empresarial, quero não!

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Sigo o músico…
“Quem te vê assim, Porto das Esperanças.
O barranco onde os cabrais enfincam âncoras em busca de uma história de alamedas e vãos. Parque das mangueiras e dos araçás aprendi na canção e colhi teus sinais sobre a dança das correntezas.”
Quem só vê tuas marcas de espoliação, certamente participou, por ação ou omissão. Não te dá a mínima, apena te usa. Leia Mais