
Em 2010, quando era secretário de Estado da Educação, o vilhenense Pascoal de Aguiar costumava visitar (e sem fazer alarde) escolas espalhadas pelo interior de Rondônia. Leia Mais

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Há uma semana agradeci aos 20 mil usuários pelos acessos diários ao blogdalucianaoliveira.com.br/blog.
Hoje chegamos a mais de 50 mil usuários. Leia Mais

Mortes de crianças e adolescentes por causas externas aumentam desde a década de 1980 e representam quase 30% dos óbitos em 2013. Leia Mais
O Instituto Minhas Raízes é uma Organização Não-Governamental de caráter cultural e socioambiental sediada no Distrito de Nazaré, criado para preservar e difundir a cultura ribeirinha, as tradições folclóricas da Amazônia e Meio Ambiente. Leia Mais
Em coletiva à imprensa nesta quinta-feira, na Casa de Cultura Ivan Marrocos, o Instituto Cultural e Socioambiental “Minhas Raízes”, em parceria com a comunidade do Distrito de Nazaré e região do “Baixo Madeira”, anunciou a programação do Festejo Cultural de Nazaré. Leia Mais

Antes de deixar o governo a presidente Dilma concedeu um reajuste de 9%, mas o interino não pagou.
Com pesquisas que revelaram uma popularidade pífia, Temer fez com o programa o que seus apoiadores sempre alegaram que Dilma fazia: politicagem. Leia Mais

Temos um novo advogado, o Dr. Bucéfalo. Seu exterior lembra pouco o tempo em que ainda era o cavalo de batalha de Alexandre da Macedônia. Quem no entanto está familiarizado com as circunstâncias percebe alguma coisa.
Assim é que, recentemente, eu mesmo vi, na escadaria do fórum, um humilde oficial de justiça admirar, com o olhar perito do pequeno frequentador contumaz das corridas de cavalos, o advogado quando este, empinando as coxas, galgava degrau por degrau o mármore que ressoava.
Em geral a Ordem dos Advogados aprova a admissão de Bucéfalo. Com espantosa perspicácia dizem a si mesmos que, no ordenamento social vigente, Bucéfalo está numa situação difícil e que tanto por isso como por causa do seu significado na história universal, ele de qualquer modo merece consideração.
Hoje em dia – isso ninguém pode negar – não existe nenhum grande Alexandre. É verdade que muitos sabem matar; também não falta destreza para atingir o amigo com a lança por cima da mesa do banquete; e para muitos a Macedônia é estreita demais, a ponto de amaldiçoarem Felipe, o pai; mas ninguém, ninguém, é capaz de ser o guia para a Índia.
Já naquela época as portas para a Índia eram inalcançáveis, mas a direção delas estava traçada pela espada do rei.
Hoje as portas estão removidas para outro lugar completamente diferente, mais longe e mais alto; ninguém indica a direção; muitos seguram a espada, mas só para brandi-la; e o olhar que quer segui-la se confunde.
Talvez por isso o melhor realmente seja, como Dr. Bucéfalo fez, mergulhar nos códigos da lei. Livre, sem a pressão da virilha do cavaleiro sobre os flancos, à luz da lâmpada silenciosa, distante do fragor da batalha de Alexandre, ele lê e vira as folhas dos nossos velhos livros”.
Franz Kafka