7 décadas após linchamento de presidente em palácio, fantasma da violência política volta à Bolívia

7 décadas após linchamento de presidente em palácio, fantasma da violência política volta à Bolívia

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As cenas de completo caos que se multiplicam das ruas da Bolívia desde a noite de 20 de outubro, estopim para a renúncia de Evo Morales após quase 14 anos no poder, estão longe de ser novidade na história conturbada do país andino. Leia Mais ›

Medida provisória de Bolsonaro desregulamenta profissão de corretores de seguros

Medida provisória de Bolsonaro desregulamenta profissão de corretores de seguros

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247 – Sem alarde, informa Lauro Jardim nesta sexta-feira (15), a Superintendência de Seguros Privados (Susep) desregulamentou a profissão de corretor de seguros. Por meio de uma Medida Provisória editada por Jair Bolsonaro, abre espaço para a autorregulação dos corretores.

“Assim, a categoria integrada por cerca de 100 mil pessoas não não está mais sujeita à habilitação e ao recadastramento, antes realizados pela Susep”, conta.

Dra. Vergonha

Dra. Vergonha

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No 247 – Colunista Ricardo Cappelli afirma que “em qualquer país do mundo, uma sentença copia e cola para condenar um ex-presidente da República seria motivo suficiente para afastar o servidor público de suas funções”. “Isso é fraude, estelionato, crime contra a administração pública. Utilização da fé pública para consecução de objetivos particulares”, diz. Leia Mais ›

COMO A FAMÍLIA ALCOLUMBRE ENRIQUECEU COM GRILAGEM E DEVASTAÇÃO NO AMAPÁ

COMO A FAMÍLIA ALCOLUMBRE ENRIQUECEU COM GRILAGEM E DEVASTAÇÃO NO AMAPÁ

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THE INTERCEPT- A INFLUÊNCIA DOS ALCOLUMBRE no Amapá fica clara logo que se pousa em Macapá. Reinaugurado em abril, o aeroporto internacional Alberto Alcolumbre foi batizado em homenagem ao tio já falecido do atual presidente do senado, Davi Alcolumbre. O nome foi aprovado em 2009 a partir de um projeto de lei proposto pelo próprio Davi na época em que era deputado federal. Leia Mais ›

Vidas interrompidas e esquecidas

Vidas interrompidas e esquecidas

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Ketellen Gomes, cinco anos, morta por bala perdida.

Foi atingida quando ia para a escola c a mãe, na zona Oeste do Rio de Janeiro.

Em poucos dias ninguém se lembrará dela, além da família.

É a 6ª criança morta por bala perdida no Rio.

Jenifer Gomes, de 11 anos
Kauan Peixoto, 12
Kauã Victor Rozário, 11
Kauê Ribeiro dos Santos, 12
Ágatha Félix, de 8 anos

Todas essas crianças viraram estatísticas que também serão esquecidas em breve.

Por ordem de Trump, Governo Bolsonaro viola Convenção de Viena, dá apoio a possível ato de Terrorismo e agride os BRICS

Por ordem de Trump, Governo Bolsonaro viola Convenção de Viena, dá apoio a possível ato de Terrorismo e agride os BRICS

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247, por Marcelo Zero – Em plena reunião do BRICS, o governo Bolsonaro deu apoio a um ato que é normalmente enquadrado, ante a lei internacional, como ato de terrorismo: a invasão de uma embaixada e a agressão de seu pessoal diplomático legítimo.

Trata-se da absurda e violenta invasão da Embaixada da Venezuela em Brasília, por parte de milicianos venezuelanos e brasileiros.

Ao contrário do que foi noticiado por setores da imprensa, não houve nenhuma deserção de pessoal diplomático e ninguém autorizou a entrada desses invasores violentos.

Tais invasores, que entraram à força na embaixada por volta das 5hs da manhã, após roubar um controle remoto dos portões, passaram a agredir as famílias lá residentes, inclusive mulheres e crianças. Agrediram também o federal Deputado Paulo Pimenta, que lá se dirigiu para ajudar o pessoal diplomático legítimo, face à omissão dos governos federal e do GDF, ante o ato criminoso.

Esse ato criminoso conta com o apoio claro e ostensivo do governo brasileiro e do Itamaraty, que enviou para lá diplomata com a missão de tentar “legitimar” a invasão e expulsar da embaixada seus diplomatas oficiais, conforme informa o Deputado Paulo Pimenta. Tal representante oficial do Itamaraty, desconhecendo a lei internacional, alega que a embaixada da Venezuela é “território brasileiro”, e que o governo do Brasil considera os invasores como os legítimos representantes venezuelanos.

Saliente-se que a suposta “embaixadora” do usurpador Guaidó no Brasil, que ninguém mais leva a sério, a qual teria “autorizado” a invasão violenta, sequer mora no Brasil. Reside, não casualmente, em Washington. Mesmo que o Brasil quisesse colocar alguém do títere lá, não poderia fazê-lo dessa forma, mediante invasão violenta na calada da noite.

Trata-se, sem dúvida, de crime cuidadosamente planejado, realizado justamente por ocasião da realização da cúpula dos BRICS na capital federal. O timing não é casual. A invasão da embaixada da Venezuela, feita graças à ação do governo Bolsonaro, é óbvio recado político do governo Trump à Rússia e à China, que apoiam o governo oficial e legítimo daquele país. É uma provocação ao BRICS e à comunidade internacional.

Com essa invasão, Trump disse: aqui quem manda sou eu!

E o governo Bolsonaro se prestou a esse papel desprezível de moleque de recados. Enquanto se reúne com o BRICS!

Para cumprir esse papel abjeto, o Brasil de Bolsonaro cometeu uma clamorosa e grosseira violação da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, a qual determina que:

Artigo 22

1. Os locais da Missão são invioláveis. Os Agentes do Estado acreditado não poderão nêles penetrar sem o consentimento do Chefe da Missão.

2. O Estado acreditado tem a obrigação especial de adotar tôdas as medidas apropriadas para proteger os locais da Missão contra qualquer intrusão ou dano e evitar perturbações à tranqüilidade da Missão ou ofensas à sua dignidade.

Ademais, invasões de embaixadas e agressões ao pessoal diplomático podem, como afirmamos, serem enquadradas, ante a lei internacional, como atos de terrorismo.

Se tivesse tido invasão da embaixada dos EUA, não seria esse o enquadramento?

Triste fim desse Brasil de Bolsonaro. Para agradar Trump, dá apoio a um ato criminoso, que viola a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas e que pode até ser classificado como terrorismo. Dá um tapa na cara do BRICS e mostra que não é um país confiável.

Dá um tapa, na realidade, na cara da nossa soberania.