
Advogada Érica Meireles, da coordenação executiva da ABJD, falou sobre a ação em entrevista ao Programa Brasil de Fato Leia Mais

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Em ataque aos povos indígenas, Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (16) que não fará demarcações de terras indígenas em seu mandato; “Tem locais aqui que para produzir alguma coisa, precisa desviar de algum quilombola ou terra indígena. Se eu fosse fazendeiro, não vou falar o que eu faria não, mas eu deixaria de ter dor de cabeça”, afirmou

247 – Aparecem primeiros documentos que indicam uma ligação entre o esquema Queiroz-clã Bolsonaro e a milícia de Rio das Pedras, uma das mais violentas do Rio. Restaurante de uma ex-funcionária do gabinete de Flávio Bolsonaro é o elo de ligação. Leia Mais

Maciçamente, deputados que negam abusos de autoridade contra Lula, aprovaram projeto que estabelece como abuso de autoridade condutas praticadas para condenar o ex-presidente.
E não só eles agora enxergam diferente, mas jornalistas, advogados, Doutos, de puta a pastora, dos fudidos aos mal pagos.
Triunfa a hipocrisia dos cidadãos de bem.
É a canalha a que se referiu Affonso Romano de Sant’Anna, no poema A Implosão Da Mentira, nos anos 80.
“Mentem no passado. E no presente
passam a mentira a limpo. E no futuro
mentem novamente.
Mentem fazendo o sol girar
em torno à terra medieval/mente.”
Observo, me viro do avesso para sobreviver a mentira galopante.
“Penso nos animais que nunca mentem.
mesmo se têm um caçador à sua frente.”

Após aumento no desmatamento, Alemanha também suspendeu dinheiro para a Amazônia<!–more–>
Folha
Recentemente, o desmatamento na Amazônia tem crescido de modo acentuado. A destruição em junho aumentou 88% e em julho 278% —em comparação a junho e julho de 2018—, segundo dados do Deter do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Pelo aumento no desmatamento, a Alemanha também já anunciou que vai suspender mais de R$ 150 milhões.
O governo Jair Bolsonaro (PSL) tem criticado a divulgação dos dados de desmate e afirmado que eles podem prejudicar acordos comerciais. Contudo, as críticas do governo, em geral, não são amparadas por informações científicas.
Ao questionar os dados do desmatamento, Bolsonaro chegou a afirmar que Ricardo Galvão, então diretor do Inpe, poderia estar a “serviço de alguma ONG”. Galvão se defendeu e fez a defesa da acurácia das informações de desmate. O governo vem falando ainda em sensacionalismo na divulgação dos dados e prejuízo da imagem internacional do Brasil.
O questionamento constante dos dados do desmatamento levou à exoneração, em 2 de agosto, de Galvão. Assumiu, então, como diretor interino do Inpe, um militar.
A relação ambiental entre o Brasil e países europeus que dão recursos para proteção do ambiente tem se deteriorado desde o início da gestão Bolsonaro.
Na última semana, em audiência no Senado, Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente do Brasil, criticou a Noruega. “A Noruega, que é o principal doador do Fundo Amazônia, é o país que explora petróleo no Ártico, e vem criticar ou colocar o argumento da exploração de petróleo na foz do [rio] Amazonas. Eles exploram no Ártico. Eles caçam baleia. E colocam no Brasil essa carga toda, distorcendo a discussão ambiental”, disse Salles.
A chanceler alemã, Angela Merkel, já afirmou ver com grande preocupação as ações do atual governo em relação ao desmatamento.
Após o anúncio do corte de verba alemãs para a Amazônia, Bolsonaro agiu com ironia, falou que o Brasil não precisava do dinheiro e que Merkel deveria usar o dinheiro para reflorestar a Alemanha.
Também há preocupação por parte do presidente francês, Emmanuel Macron, que colocou a permanência do Brasil no Acordo de Paris como condição para concretização de acordos comerciais. O governo da França também espera ações concretas do Brasil quanto a questões ambientais, o que, caso contrário, poderia dificultar a relações comerciais entre União Europeia e o Mercosul.


Com interpretações e qualidade sonora de excelência, “Música Sinfônica” reúne cinco obras do compositor e regente, gravadas em julho de 2018 em meio à delicada situação social e política do país vizinho. Leia Mais

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno, o texto da Emenda Constitucional sobre a Reforma da Previdência, que agora segue para ser votado no Senado Federal. Desde que o relator, Samuel Moreira (PSDB), fez um parecer com “amenidades” pontuais no projeto original, algumas pessoas – e, sobretudo a grande mídia – passaram a propagandear que todas as “maldades” do projeto inicial haviam sido retiradas do texto do Parecer. Assim, a proposta da Reforma da Previdência passou a ser mais “palatável”, apresentando-se como um projeto que corrigiu os excessos propostos pela equipe econômica. Leia Mais
![mbl]](https://i0.wp.com/blogdalucianaoliveira.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/08/mbl.jpg?resize=481%2C353)
O MBL lançou um manifesto pretensioso e vazio — evidentemente — sobre suas “mudanças na orientação política”. Leia Mais