
O empresário Eduardo Japonês, do PV, é o novo prefeito do município de Vilhena, no Cone Sul de Rondônia.
Ele conseguiu algo impressionante: derrotou uma das mais poderosas oligarquias políticas do Brasil, a dos Donadon. Leia Mais

O empresário Eduardo Japonês, do PV, é o novo prefeito do município de Vilhena, no Cone Sul de Rondônia.
Ele conseguiu algo impressionante: derrotou uma das mais poderosas oligarquias políticas do Brasil, a dos Donadon. Leia Mais

Anna Virginia Balloussier / Folha de S. Paulo
Quando que o uso do poder religioso vira crime eleitoral? Eis uma pergunta com potencial de bagunçar as cortes responsáveis por julgar abusos no pleito de 2018.
Ok, um candidato não pode receber doações de entidades religiosas nem fazer propaganda dentro de templo, nisso a lei é clara. Mas e se subir no púlpito, sem que nem ele nem o líder religioso que o convidou solte um “vote em mim” (isso, sim, terminantemente proibido)? Leia Mais

Bóra lá!
Chegando lá, vai se adaptar à prática da ‘negociação’ que existe ou te isolam.
Isolada, não conseguirá aprovar nada.
Sem emplacar seus projetos, o povo vai cobrar resultados e julgar que é incompetente. Leia Mais

Rondônia Dinâmica – Não há dúvidas de que o processo eleitoral já começou no Estado de Rondônia. O jornal eletrônico Rondônia Dinâmica, também via editorial, já abordou o assunto destacando, principalmente, farpas trocadas entre pré-candidatos que sequer se comunicavam há pouco. Leia Mais

A piauí_141 chega às bancas nesta terça-feira, 5 de junho. A capa da edição foi feita pela artista russa Nadia Khuzina, com base em foto histórica de Pelé (por Alberto Ferreira). Em “Estranhos no ninho”, a repórter Consuelo Dieguez conta como a briga dentro do PSDB compromete as ambições presidenciais de Geraldo Alckmin. Leia Mais


Mariano Rajoy é o primeiro chefe de governo da história da Espanha a perder o cargo após uma moção de censura.
Em votação na manhã desta sexta-feira, no Parlamento, 180 deputados foram a favor de sua saída e 169 contra(houve uma abstenção). Eram necessários 176 votos (um voto a mais da metade dos 350 deputados).
“Foi uma honra ser presidente do país e deixar uma Espanha melhor que encontrei”, disse Rajoy, que estava no cargo desde 2011.
A moção de censura contra Rajoy foi apresentada pelo líder oposicionista Pedro Sánchez, que agora assume o cargo de premiê espanhol. A oposição pressionava pela saída do premiê por causa do escândalo de corrupção envolvendo o partido do agora ex-premiê, o conservador Partido Popular (PP).
O escândalo ficou conhecido como a “trama Gürtel” e é classificado com um dos maiores casos de corrupção na Espanha. A trama começou a ser desvendada a partir de 2009 por uma megainvestigação, dividida em vários processos, de uma rede de corrupção envolvendo políticos e empresários.
Apontado como organizador do esquema, o empresário Francisco Correa deu nome ao caso. Traduzido para o alemão, “correa” (ou cinto, em português) é “Gürtel”.
Na semana passada, o ex-tesoureiro do PP Luis Bárcenas foi condenado a 33 anos de prisão por lavagem de dinheiro, evasão fiscal e corrupção passiva.
Direito de imagemAFPBárcenas é um ex-senador que cuidou das contas do partido entre 1990 e 2009. Também é uma das 29 pessoas, entre políticos e empresários, condenadas por pagar e receber propinas referentes a contratos municipais.
O partido de Rajoy foi condenado – como organização – a pagar uma multa de 245 mil euros por ter lucrado com o esquema. A principal suspeita é que o partido usou caixa 2 no período de 1999 e 2005.
Há ainda a suspeita de que Rajoy tenha sido beneficiado por contas secretas operadas pelo PP. O nome dele aparece em documentos publicados pelo jornal espanhol El Pais ao lado de números. Ele nega.
Desde que as suspeitas de financiamento ilegal passaram a pesar também sobre Rajoy, o Partido Socialista começou a pressioná-lo para renunciar ao cargo. Além de pedir explicações públicas, os socialistas apresentaram uma moção de censura contra o premiê.
A moção de censura (ou de desconfiança) é um instrumento usado na maioria dos países que adotam o sistema parlamentarista. Ela permite que partidos de oposição questionem a capacidade do chefe de governo de continuar no comando do país.
Direito de imagemAFPA moção de censura foi apresentada pelo Partido Socialista Obrero Espanhol (PSOE), que tinha indicado seu dirigente, Pedro Sánchez, de 46 anos, para ser o eventual substituto de Rajoy. Com o resultado, ele assume o cargo de premiê da Espanha.
Sánchez também entra para a história por ser o primeiro a assumir o cargo sem ser deputado.
Ele começa a montar o governo na próxima semana, mas prometeu convocar novas eleições – ainda sem data marcada. Sánchez contou com os votos da coalizão de esquerda Unidos Podemos, e ainda de nacionalistas catalães e bascos para derrotar Rajoy.
Sánchez, é um economista, ex-jogador de basquete, que perdeu duas eleições. Ele ganhou força no partido ao prometer unir os socialistas e levá-lo de volta ao poder. “Vamos assinar uma nova página na história da democracia do nosso país”, declarou Sánchez após a votação da moção de censura, nesta sexta, no Parlamento espanhol.

247 – O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º), dois anos depois de tomar posse como presidente da Petrobras. Leia Mais

“Rosana Barbosa da Silva, de 32 anos, percorreu ontem as caçambas de lixo da Central de Abastecimento do Estado do Rio (Ceasa), em Irajá, em busca de comida. Moradora da Favela Bandeira Dois, em Del Castilho, ela costuma ir ao local duas vezes por semana para garimpar algo que possa aproveitar para alimentar os três filhos. Mas, por causa da greve dos caminhoneiros, que provocou o desabastecimento do mercadão, Rosana estava há seis dias sem coletar restos de frutas, verduras ou legumes.”
Fonte: O Globo