
Em Israel, Jair Bolsonaro consegue a façanha de ficar mal com todas as partes Leia Mais

A iniciativa é para dar suporte a cerca de 250 indígenas de Rondônia, do Sul do Amazonas e Noroeste de Mato Grosso que estarão em Porto Velho na próxima semana, em intensa agenda de luta por várias questões indígenas, sobretudo a da saúde.
Duas audiências públicas estão previstas, na Câmara de Vereadores e no Conselho Estadual de Saúde.
Uma comissão também deve ir à Brasília para falar com ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.
A movimentação é contra a proposta de municipalização da saúde indígena e o desmonte da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), ligada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Leia Mais

No Blog Da Cidadania – “Isto aqui é uma psicanálise coletiva”, diz Adriano Diogo, de 70 anos, sentado num banco em frente à entrada da 36º Distrito Policial da Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Quando Diogo tinha 23 anos, ele ficou preso nesse mesmo endereço, nos prédios do DOI-CODI, comandados pelo temido Coronel Brilhante Ustra. Apanhou pessoalmente de Ustra e foi alvo de seu sadismo como no dia em que o militar mandou chamá-lo na cela para dar-lhe um recado. “Você conhece Suely Kanayama? Preciso te dar uma notícia”, disse Ustra. Mostrou-lhe então uma foto da jovem estudante Suely morta e com o corpo todo retalhado. Leia Mais

Pela média de tuítes levantada pela Folha, as mais curtidos, pasme, são peidos.
Isso mesmo, as declarações de caráter pessoal.
As mais curtidas, no entanto, são as bravatas que o catapultaram da ala menos produtiva no legislativo à presidência da república.
A agenda e os anúncios de governo não interessam tanto.
O povo gosta mesmo é do presidente como influenciador de polêmica, ódio e burrice.

No Tijolaço, por Fernando Brito – Todo o discurso de Jair Bolsonaro é o de que ele vai mudar uma suposta “ideologização” do Estado: no ensino básico, nas universidades e na diplomacia.
E toda a prática de Jair Bolsonaro é a de levar ao paroxismo essa ideologização. Leia Mais

Presidente deixou o país na data que defendeu celebrar, e brasileiros fiéis à democracia deixaram clara sua rejeição à ditadura em jornais, redes sociais e manifestações de rua Leia Mais

247 – Alvo de críticas frequentes, o Palácio do Planalto vem produzindo uma série de relatórios sigilosos de monitoramento das redes sociais para identificar as notícias com “viés de esquerda” e as produzidas por sites ligados a extrema-direita e de apoiadores do governo Jair Bolsonaro. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, os relatórios são produzidos por uma agência contratada pela Presidência da República. Nos relatórios, os textos usam termos e expressões utilizadas por apoiadores, como “velha política” para destacar os parlamentares da oposição e ressaltam os ataques contra as políticas adotadas pelo atual governo que possuem potencial de viralizar nas redes sociais. Leia Mais