No STF, Celso de Mello vota para que homofobia e transfobia sejam equiparadas a crime de racismo

No STF, Celso de Mello vota para que homofobia e transfobia sejam equiparadas a crime de racismo

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O Globo – O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira para que as práticas de homofobia e da transfobia sejam equiparadas ao crime de racismo. Se a posição do decano da Corte sair vencedora, quem ofender, agredir ou discriminar gays ou transgêneros estará sujeito a punição de um a três anos de prisão. Assim como no caso de racismo, o crime seria inafiançável e imprescritível. Leia Mais

REFORMA É DESTRUIÇÃO DO BEM-ESTAR SOCIAL, DIZ ECONOMISTA DO DIEESE

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Da Rede Brasil Atual – Diante do anúncio da “reforma” da Previdência do governo de Jair Bolsonaro, todos querem saber: como vai ficar minha aposentadoria? O economista Fausto Augusto Júnior, coordenador de Educação do Dieese, afirma que os trabalhadores não devem ficar ansiosos, já que, seguindo o rito legal, a proposta deve tramitar por no mínimo seis meses entre a Câmara dos Deputados e o Senado. Leia Mais

À unanimidade, TJ de Rondônia reforma decisão de primeiro grau e condena delegado e agentes da Polícia Civil por tortura

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Imagem: Ilustrativa

POR RONDÔNIA DINÂMICA

Porto Velho, RO – Em julho de 2015, o juiz de Direito José Antônio Barretto, atuando pela 1ª Vara Cível de Ouro Preto do Oeste, julgou improcedente ação civil pública de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público (MP/RO) contra o delegado Cristiano Martins Mattos e os agentes da Polícia Civil (PC/RO) Fernando dos Anjos Rodrigues e Eliomar Alves da Silva Freitas. De acordo com a denúncia, o trio teria torturado Adimar Dias de Souza, no dia 23 de abril de 2012. Leia Mais

Mulheres lideram 36 blocos de Carnaval empoderados por todo o Brasil

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24 DE FEVEREIRO DE 2017 - CARNAVAL SÃO PAULO - BLOCO ILU OBA DE MIN, FOTO GUSTAVO LUIZON

Que as mulheres estão ocupando todos os espaços e mostrando sua potência em todas as áreas, da música à ciência, não é novidade. Mas a gente acha o quê? Pouco! Queremos mais – muito mais! As produções culturais já passam pelas mãos delas em todos os níveis e chegam ao Carnaval cada vez mais fortes. O empoderamento feminino, da produção à bateria dos blocos de rua, se mostra uma ferramenta única e necessária para os debates de gênero. Leia Mais